Cateter central de inserção periférica: o papel da Enfermagem na sua utilização em Neonatologia

Patrícia das Neves Motta, Flávia Andrade Fialho, Iêda Maria Ávila Vargas Dias, Lilian do Nascimento

Resumo


Este estudo tem como objetivos verificar a utilização do cateter central de inserção periférica (PICC) em uma unidade de terapia intensiva (UTI) neonatal, caracterizar o perfil do recém-nascido submetido ao PICC, identificar as indicações do uso e apresentar os fatores que levaram à retirada do PICC. A pesquisa foi realizada numa instituição da cidade de Juiz de Fora - MG, Brasil, através do levantamento dos dados contidos nos prontuários utilizados pelos profissionais desta instituição. Num total de 73 prontuários foi observado que 94,5% dos recém nascidos foram submetidos ao procedimento devido à necessidade de acesso venoso prolongado. Do total de cateteres utilizados 82,1% se localizaram na posição central, sendo que a maioria (44 dos PICCs) permaneceu no recém-nascido por dez dias ou menos. As complicações apareceram em 22 dos cateteres utilizados e por isso foram retirados. Neste estudo foi verificado que a utilização do PICC é realmente importante, pois pode-se observar que traz benefícios ao recém-nascido principalmente na diminuição do número de punções e diminuição da dor e que estes dispositivos em sua maioria, permanecem o tempo necessário para o seu tratamento.


Palavras-chave


Enfermagem. Neonatologia. Recém-Nascido.

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HU Rev., Juiz de Fora, MG, Brasil. e-ISSN: 1982-8047 / p-ISSN: 0103-3123 

 

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